{"id":30277,"date":"2013-04-26T10:20:15","date_gmt":"2013-04-26T12:20:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontraipiranga.com.br\/blog\/?p=30277"},"modified":"2013-08-14T01:31:15","modified_gmt":"2013-08-14T03:31:15","slug":"programacao-da-virada-cultural-no-sesc-ipiranga-tem-atracoes-inspiradas-na-morte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontraipiranga.com.br\/blog\/programacao-da-virada-cultural-no-sesc-ipiranga-tem-atracoes-inspiradas-na-morte\/","title":{"rendered":"Programa\u00e7\u00e3o da Virada Cultural no Sesc Ipiranga tem atra\u00e7\u00f5es inspiradas na morte"},"content":{"rendered":"<p>A\u00a0Virada Cultural\u00a0no Sesc Ipiranga est\u00e1 pra l\u00e1 de sombria. O tema escolhido pela unidade \u00e9 a morte, permeada por uma\u00a0programa\u00e7\u00e3o com shows, pe\u00e7as, cinema, oficinas, interven\u00e7\u00f5es e brincadeiras. A proposta \u00e9 mostrar como a cultura contempor\u00e2nea responde ao fen\u00f4meno da morte por meio da programa\u00e7\u00e3o, intitulada de\u00a0Revirada Fatal #13.<\/p>\n<p>Entre os destaques est\u00e1 a apresenta\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a\u00a0\u201cValsa N\u00ba 6?,\u00a0mon\u00f3logo escrito por Nelson Rodrigues, que conta a hist\u00f3ria de uma menina assassinada aos 15 anos de idade, que tenta desvendar o mist\u00e9rio de seu passado. Outra atra\u00e7\u00e3o que promete entreter e amedrontar os visitantes \u00e9 um\u00a0Flash Mob inspirado em \u201cThriller\u201d, de\u00a0Michael Jackson.<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o musical inclui show com\u00a0Cida Moreira\u00a0e\u00a0Jo\u00e3o Leopoldo, que ir\u00e3o apresentar can\u00e7\u00f5es fatais, com composi\u00e7\u00f5es de\u00a0Vicente Celestino, al\u00e9m da festa G\u00f3tico-Silenciosa, liderada pelo DJ Uir\u00e1 nas pick-ups.<\/p>\n<p><strong>Confira a programa\u00e7\u00e3o completa:<\/strong><\/p>\n<p><strong>TEATRO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Valsa N\u00ba 6<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, \u00e0s 21h; Domingo, \u00e0s 18h<\/p>\n<p>De Nelson Rodrigues. Dire\u00e7\u00e3o de Claudio Torres Gonzaga. Com Luisa Thir\u00e9. \u00danico mon\u00f3logo escrito por Nelson Rodrigues, estrelada em 1951 por Dulce Rodrigues, irm\u00e3 do autor, cuja montagem foi aclamada pela cr\u00edtica em sua estreia. Sonia \u00e9 uma menina assassinada aos 15 anos de idade, que tenta desvendar o mist\u00e9rio de seu passado. Cen\u00e1rio: S\u00e9rgio Marimba. Figurino: Teca Fichinski. Ilumina\u00e7\u00e3o: Luiz Paulo Nenen. Trilha sonora: Tomas Gonzaga. Dire\u00e7\u00e3o de movimento: Kika Freire. Dura\u00e7\u00e3o: 60 minutos. Teatro (200 lugares). Gr\u00e1tis com retirada de ingressos.<\/p>\n<p><strong>Drive-Thru Autores Contempor\u00e2neos<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, das 19h30 \u00e0s 21h30<\/p>\n<p>A Cia. Teatro Enlatado apresenta novo card\u00e1pio especial de mon\u00f3logos exclusivos, inspirados no universo da morte em muitos de seus sentidos. Participa\u00e7\u00e3o na dramaturgia de Mario Bortolotto, Diones Camargo, Carolina Bianchi e Michele Ferreira. Com Maira De Grandi, Fernanda Mandagar\u00e1 e Mariana Mantovani. Entrada da unidade.<\/p>\n<p><strong>Drive-Thru Para Crian\u00e7as<\/strong><\/p>\n<p>Domingo, das 14h \u00e0s 16h.<\/p>\n<p>Com a Cia. Teatro Enlatado. Ser\u00e1 oferecido ao p\u00fablico infantil um menu com seis op\u00e7\u00f5es de mon\u00f3logos de at\u00e9 4 minutos. O repert\u00f3rio, diversificado, inclui trechos de textos, como \u201cOs contos n\u00e3o contam\u201d, \u201cO homem que amava uma estrela\u201d, \u201cO homem que n\u00e3o queria saber mais nada\u201d e \u201cPeixinho\u201d. Com Maira De Grandi, Fernanda Mandagar\u00e1 e Mariana Mantovani. Entrada da Unidade.<\/p>\n<p><strong>Teatro \u00e0 La Carte<\/strong><\/p>\n<p>Domingo, das 17h \u00e0s 18h<\/p>\n<p>Com N\u00facleo de Pesquisa Teatral Santa V\u00edscera. O grupo encena fragmentos de espet\u00e1culos de teatro e de cl\u00e1ssicos da literatura inspirados no tema da morte. As cenas s\u00e3o oferecidas em um card\u00e1pio c\u00eanico composto por mais de 30 cenas, que variam de 3 a 8 minutos de dura\u00e7\u00e3o, divididos numa apresenta\u00e7\u00e3o de 60 minutos. Com Marco Ant\u00f4nio Barreto e Graciane Pires. Dire\u00e7\u00e3o: Graciane Pires. Figurinos: Lara de Bittencourt. Diversos espa\u00e7os da unidade.<\/p>\n<p><strong>M\u00daSICA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cida Moreira e Jo\u00e3o Leopoldo Apresentam Can\u00e7\u00f5es Fatais<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, \u00e0s 18h<\/p>\n<p>Unindo m\u00fasica e o teatro para expressar toda a dramaticidade e exageros do universo criativo de Vicente Celestino, os m\u00fasicos Jo\u00e3o Leopoldo e Cida Moreira apresentam o espet\u00e1culo \u201cCan\u00e7\u00f5es Fatais\u201d, que revisita o repert\u00f3rio do cantor, considerado um dos maiores nomes da m\u00fasica no Brasil. Dois pianos e duas vozes se revezam no repert\u00f3rio e na carga de \u201cfatalidade\u201d das can\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m de Celestino, a programa\u00e7\u00e3o conta ainda com outras can\u00e7\u00f5es que fazem parte do cancioneiro brasileiro tr\u00e1gico, com compositores como Cartola e Raul Seixas. Vagas limitadas. Gr\u00e1tis com retirada de ingressos. Garagem.<\/p>\n<p><strong>Time Jazz Band<\/strong><\/p>\n<p>Domingo, \u00e0s 13h<\/p>\n<p>A banda embarca numa viagem musical pelo mundo do \u201cDixieland\u201d \u2013 um subg\u00eanero do jazz criado em 1910, em Nova Orleans, e tocado tradicionamente nos bares e bordeis, nos desfiles de rua e nas marchas f\u00fanebres. formada por Alexssandro Rodrigues (tuba), Carlos Martins (banjo), Fabiano Honorato (trompete), Giliard Santos (washboard), Osmar de Aguiar (trombone) e Wellington de Camargo (saxofone), a \u201cTime Jazz Band\u201d representa autores com grande versatilidade, possuindo um estilo inconfund\u00edvel de tocar Jazz, com um swing pr\u00f3prio e despojado, sem perder a tradi\u00e7\u00e3o. Suas apresenta\u00e7\u00f5es s\u00e3o marcadas por muito humor e qualidade, resgatando o Jazz dos anos 20 e 30 com virtuosismo. Quintal.<\/p>\n<p><strong>Festa G\u00f3tico-Silenciosa, com DJ Uir\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, das 19h \u00e0s 21h<\/p>\n<p>Balada com fones de ouvido, na entrada lateral da Unidade [docas], com repert\u00f3rio de rock g\u00f3tico, p\u00f3s-punk e rock. O p\u00fablico poder\u00e1 interagir com \u2018convidados do al\u00e9m\u2019 na pista de dan\u00e7a sob as \u00e1guas-vivas mort\u00edferas e imortais.100 lugares. Retirada de fone de ouvido mediante apresenta\u00e7\u00e3o de documento com foto. Docas.<\/p>\n<p><strong>DAN\u00c7A<\/strong><\/p>\n<p><strong>Flash Mob \u2013 Thriller<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, \u00e0s 23h30; Domingo, \u00e0s 17h<\/p>\n<p>Com o Grupo Woop\u2019Z. A companhia faz uma reinterpreta\u00e7\u00e3o coreogr\u00e1fica da m\u00fasica \u201cThriller\u201d, de Michael Jackson, dentro do estilo street dance e convida as pessoas, por meio do Flash Mob, a passar por esta experi\u00eancia \u201cassustadoramente f\u00fanebre\u201d. Rua dos Patriotas.<\/p>\n<p><strong>Entre Eu e Voc\u00ea<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, \u00e0s 22h; Domingo, \u00e0s 17h15<\/p>\n<p>Com a Cia. Aberta de Dan\u00e7a. Performers: Andreia Guilhermina, Edson Fernandes, Joaquim Lino, Lina Gomez. Performer Convidado\/trilha sonora ao vivo: Bruno Levorin. \u201cEntre Eu e Voc\u00ea\u201d \u00e9 o estudo sobre a persist\u00eancia em existir na precariedade ou em situa\u00e7\u00f5es de desconforto. A interven\u00e7\u00e3o-espet\u00e1culo dissolve as fronteiras das rela\u00e7\u00f5es corporais e dos elementos f\u00edsicos do espa\u00e7o e do tempo: gravidade, arquitetura, intervalos, peso, etc. Para que tais elementos possam ser sens\u00edveis e gerar movimento, os performers fazem uso da morte, da interrup\u00e7\u00e3o, do inanimado, da suspens\u00e3o do estado vital, da morbidez e da invers\u00e3o dos corpos como procedimentos para a cria\u00e7\u00e3o de imagens no cotidiano, em vias p\u00fablicas; lugares de habita\u00e7\u00f5es transit\u00f3rias. O abandono e a falta de instinto revelam processos de esquecimento de fun\u00e7\u00f5es essenciais para a organiza\u00e7\u00e3o da vida. Seres mortos, mortos vivos que n\u00e3o sabem, n\u00e3o sentem e pouco se importam. Quatro performers e um m\u00fasico entram no espa\u00e7o, que s\u00f3 se torna c\u00eanico quando os artistas, de alguma forma o ocupam e o deixam, sem aviso pr\u00e9vio. Dura\u00e7\u00e3o: 45 min. Diversos espa\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>INTERVEN\u00c7\u00d5ES<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ainda Est\u00e3o Vivos<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, das 18h \u00e0s 0h; Domingo, das 10h \u00e0s 18h<\/p>\n<p>De Paulo Waisberg. Na pilha de monitores obsoletos e em variados est\u00e1gios de deteriora\u00e7\u00e3o, alguns ainda funcionam. Eles foram conectados a um PC aberto, atrav\u00e9s de um divisor de imagens. Um looping com um olho piscando, acende os que ainda est\u00e3o vivos por mais algumas horas. Todos os cabos est\u00e3o expostos da maneira que foram ligados. No fundo, uma bateria de LEDs vermelhos recuperados de lanternas de autom\u00f3veis ilumina o conjunto. Livre para todos os p\u00fablicos. \u00c1rea de Conviv\u00eancia. Gr\u00e1tis.<\/p>\n<p><strong>Desconcerto<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, das 18h \u00e0s 0h; Domingo, das 10h \u00e0s 18h<\/p>\n<p>De Aruan Mattos, Flavia Regaldo e Manuel Andrade. Desconcerto em torno de sons e engrenagens \u00e9 entoado por agulhas que relatam centros em movimento. Atrav\u00e9s de discos gravados manualmente s\u00e3o gerados retratos ru\u00eddos. Energia mec\u00e2nica, desconcerto sem sol, desconcerto em sombra maior, poesia asf\u00e1ltica, discolixo, disconcerto. Anal\u00f3gico atual sobre digital anacr\u00f4nico. Fim do tempo. Livre para todos os p\u00fablicos. Hall de entrada. Gr\u00e1tis.<\/p>\n<p><strong>Quase Morte (Reloaded)<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, das 19h \u00e0s 22h (proje\u00e7\u00e3o) e das 20h30 \u00e0s 21h15 (performance audiovisual)Com Studio Intro e Liquidus Ambiento. A partir dos relatos de pessoas que passaram pela experi\u00eancia de quase morte, esta apresenta\u00e7\u00e3o desvenda os lugares poss\u00edveis e imposs\u00edveis onde essas pessoas estiveram. Sons, espa\u00e7os, sutilezas s\u00e3o a mola propulsora para uma apropria\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o destes relatos. Lugares poss\u00edveis da quase morte. Livre para todos os p\u00fablicos. Quintal. Gr\u00e1tis.<\/p>\n<p><b>ARTE VISUAL<\/b><\/p>\n<p><strong>Festa da Santa Muerte<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado das 18h \u00e0s 0h; Domingo, das 10h \u00e0s 18h<\/p>\n<p>Os habitantes do M\u00e9xico da era pr\u00e9-hisp\u00e2nica j\u00e1 manifestavam uma rever\u00eancia \u00e0 morte (e aos mortos), por meio de cultos espec\u00edficos. Algumas dessas manifesta\u00e7\u00f5es mant\u00e9m-se nos dias de hoje, como o Dia dos Mortos ou Dia de Los Muertos, considerado como Patrim\u00f4nio da Humanidade, tem um significado mais profundo do que o peculiar gosto pela morte: \u00e9 uma celebra\u00e7\u00e3o do povo mexicano ante sua identidade cultural e a mem\u00f3ria herdada de seus antepassados. Permeada pela alegria, a festa parte da cren\u00e7a que nos dias 1 e 2 de novembro, os mortos regressam \u00e0s suas casas para visitar seus familiares e desfrutar sua companhia. H\u00e1 m\u00fasica, vig\u00edlias e oferendas e \u00e9 comum que crian\u00e7as pequenas tamb\u00e9m participem das homenagens. O evento sincr\u00e9tico traz elementos como o uso de esqueletos para lembrar aos vivos sua mortalidade. A figura de Santa Muerte faz parte dessas manifesta\u00e7\u00f5es e \u00e9 geralmente representada como uma figura esquel\u00e9tica vestida com um manto que carrega um ou mais objetos, normalmente uma gadanha e um globo.A instala\u00e7\u00e3o do artista e cen\u00f3grafo Jefferson Duarte traz refer\u00eancias da comemora\u00e7\u00e3o tradicional mexicana revisitada pela cultura pop contempor\u00e2nea, distribu\u00edda em esta\u00e7\u00f5es para visita\u00e7\u00e3o como as \u201cL\u00e1pides famosas\u201d, \u201cBeber o morto\u201d, \u201cEspa\u00e7o de Los muertos\u201d, \u201cConvidados do al\u00e9m\u201d e \u201cAltar Santa Muerte\u201d. Quintal, Quiosque, Pra\u00e7a. Vermelha e Galp\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Mar de \u00c1guas-Vivas<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, das 18h \u00e0s 23h; Domingo, das 10h \u00e0s 18h<\/p>\n<p>\u201c\u00c1guas-vivas. Lindas, transl\u00facidas, maravilhosas. Bailam com seus tent\u00e1culos, silenciosas, em mares misteriosos. \u00c1guas vivas, maliciosas, trai\u00e7oeiras. Atraem vidas ing\u00eanuas e inocentes para um inexor\u00e1vel destino: Fogo e Morte!\u201d O poema traduz para o universo sens\u00edvel a instala\u00e7\u00e3o concebida por Ruy Bento Vidal e Wagner Ambrosio que \u00e9 composta por uma tela azul tensionada que representa o mar. Sobre a tela, sete infl\u00e1veis suspensos e iluminados s\u00e3o adere\u00e7ados como \u00e1guas-vivas. Al\u00e9m de t\u00edtulo e s\u00edmbolo da obra liter\u00e1ria existencialista hom\u00f4nima de Clarice Lispector, a \u00e1gua-viva, no campo da biologia, revoluciona os conceitos sobre a vida e a morte. Segundo pesquisas recentes, as \u00e1guas-vivas n\u00e3o vivem mais que seis meses. No entanto, a esp\u00e9cie Turritopsis dohrnii \u00e9 capaz de rejuvenescer indefinidamente ao renovar as pr\u00f3prias c\u00e9lulas ou seja, \u00e9 essencialmente imortal. Essa esp\u00e9cie consegue evoluir ao contr\u00e1rio, como uma borboleta que retorna ao est\u00e1gio de larva e assim, n\u00e3o morre de causas naturais apenas se for atacada por algum predador. Docas.<\/p>\n<p><strong>Monumento M\u00ednimo<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, das 20h30 \u00e0s 21h30<\/p>\n<p>De Nele Azevedo. Num instante preciso, e sob determinado \u00e2ngulo e ilumina\u00e7\u00e3o, os monumentos m\u00ednimos de Nele Azevedo podem aparecer como fantasmas, vultos transl\u00facidos que o nosso olhar identifica, mas atravessa. No entanto, no momento imediatamente anterior, ou seguinte, ou naquele mesmo segundo, s\u00f3 que de outro ponto de vista, eles podem parecer figuras inteiramente brancas e opacas, subtra\u00eddas \u00e0 concretude do fundo \u2013 anti-mat\u00e9ria resistente \u00e0 porosidade do mundo. O Fragmento de texto de Guilherme Wisnik sobre as instala\u00e7\u00f5es da artista traduzem o impacto que as pequenas estatuetas de gelo provocam no espectador. As mudan\u00e7as nas formas durante o lento derretimento conduzem a uma reflex\u00e3o profunda e po\u00e9tica sobre a dura\u00e7\u00e3o da vida, a identidade individual e nossa trajet\u00f3ria coletiva, como seres ef\u00eameros, desejosos de imortalidade. Entrada da unidade.<\/p>\n<p><b>OFICINAS<\/b><\/p>\n<p><strong>Efeitos Especiais em Maquiagem<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, \u00e0s 19h e 21h30; Domingo, \u00e0s 13h e 15h.<\/p>\n<p>Truques e dicas para a cria\u00e7\u00e3o de efeitos e simula\u00e7\u00f5es de cortes e feridas. Aproveite a oficina para preparar sua caracteriza\u00e7\u00e3o para a Virada Cultural 2013. Coordena\u00e7\u00e3o: Nilce Watace Borges. 20 vagas por turma. Gr\u00e1tis com retirada de ingressos 1 hora antes. Menores de 7 anos acompanhados do respons\u00e1vel. Galp\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Natureza Morta \u2013 Montando Vanitas<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, das 19h \u00e0s 21h.<\/p>\n<p>Oficina que aborda o tema \u201cVanitas\u201d , tipo de obra de arte simb\u00f3lica associada com a pintura de natureza morta do norte da Europa e dos Pa\u00edses Baixos, nos s\u00e9culos XVI e XVII, e que pode ser compreendida como uma alus\u00e3o \u00e0 insignific\u00e2ncia da vida terrena e \u00e0 efemeridade da vaidade, de forma interativa e l\u00fadica. Ser\u00e3o disponibilizados objetos pr\u00f3prios da composi\u00e7\u00e3o \u201cVanitas\u201d e da natureza morta para que os participantes possam montar a pr\u00f3pria cena, registr\u00e1-la e refletir sobre a hist\u00f3ria do g\u00eanero. Orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnicos do Sesc. Deck.<\/p>\n<p><strong>LITERATURA<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Morte na Alma de Fernando Pessoa<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, das 19h30 \u00e0s 20h15<\/p>\n<p>Leitura dram\u00e1tica com o ator Ant\u00f4nio Abujamra, que traz um repert\u00f3rio de pequenos contos e poemas da literatura nacional e estrangeira, nos quais a morte tem papel protagonista na representa\u00e7\u00e3o da dor, do amor, do medo e das desilus\u00f5es que assolam a vida do ser humano. Comedoria.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rias Geladas de Terror e Amor<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado e domingo, \u00e0s 16h<\/p>\n<p>Conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias com a Cia EmCenaSer. Baseado no livro \u201cMulheres que Correm com os Lobos\u201d de Clarissa Pinkola, um casal de atores conta hist\u00f3rias, ora narrando, ora assumindo os personagens. Com uma estrutura simples, priorizando a palavra, s\u00e3o utilizados apenas alguns elementos c\u00eanicos \u2013 como um esqueleto pescado nas \u00e1guas do \u00c1rtico ou p\u00e1ssaros que povoam a montanha japonesa. S\u00e3o s\u00edmbolos fortes nas hist\u00f3rias e ao mesmo tempo nos d\u00e3o a dimens\u00e3o de medo da narrativa. Pra\u00e7a Vermelha (18\/05) e Rua dos Patriotas (19\/05)<\/p>\n<p><strong>RPG \u2013 Mundo das Trevas<\/strong><\/p>\n<p>A partir de hist\u00f3rias do Mundo das Trevas, a Devir Livraria coordena as aventuras do jogo de RPG, abrevia\u00e7\u00e3o do termo Role Playing Game (jogo de interpreta\u00e7\u00e3o de personagens). Trata-se de um tipo de jogo em que os jogadores assumem os pap\u00e9is de personagens e criam narrativas colaborativamente. O progresso do jogo se d\u00e1 de acordo com um sistema de regras predeterminado, dentro das quais os jogadores podem improvisar livremente. As escolhas dos jogadores determinam a dire\u00e7\u00e3o que o jogo ir\u00e1 tomar. Coordena\u00e7\u00e3o da Devir Livraria. 18 vagas. Gr\u00e1tis com retirada de ingressos. A partir de 7 anos. Galp\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>AUDIOVISUAL<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Dan\u00e7a dos Vampiros<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, \u00e0s 20h30<\/p>\n<p>Pa\u00eds: EUA. Dire\u00e7\u00e3o: Roman Polanski. Ano de produ\u00e7\u00e3o: 1967. Dura\u00e7\u00e3o: 108 min. Abronsius (Jack MacGowran) \u00e9 um professor universit\u00e1rio especialista em vampiros que decide ir at\u00e9 a Transilv\u00e2nia, no cora\u00e7\u00e3o da Europa Central, acompanhado de seu fiel disc\u00edpulo Alfred (Roman Polanski), que infelizmente \u00e9 bem medroso. Abronsius tem como objetivo aprender sobre vampiros e combat\u00ea-los, se poss\u00edvel, mas os fatos tomam um rumo inesperado e v\u00e3o de encontro aos objetivos do professor. Rua dos Patriotas \/ Entrada lateral da unidade. 150 lugares. Retirada de fone de ouvido mediante documento com foto.<\/p>\n<p><strong>Psicose<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, \u00e0s 22h<\/p>\n<p>Pa\u00eds: EUA. Dire\u00e7\u00e3o: Alfred Hitchcock. Ano de produ\u00e7\u00e3o: 1960. Dura\u00e7\u00e3o: 107 min. Marion Crane \u00e9 uma secret\u00e1ria (Janet Leigh) que rouba 40 mil d\u00f3lares da imobili\u00e1ria onde trabalha para se casar e come\u00e7ar uma nova vida. Durante a fuga \u00e0 carro, ela enfrenta uma forte tempestade, erra o caminho e chega em um velho hotel. O estabelecimento \u00e9 administrado por um sujeito atencioso chamado Norman Bates (Anthony Perkins), que nutre um forte respeito e temor por sua m\u00e3e. Marion decide passar a noite no local, sem saber o perigo que a cerca. Rua dos Patriotas\/ Entrada lateral da unidade. 150 lugares. Retirada de fone de ouvido mediante apresenta\u00e7\u00e3o de documento com foto.<\/p>\n<p><strong>INFANTIL<\/strong><\/p>\n<p><strong>Fantasma Tamb\u00e9m Brinca<\/strong><\/p>\n<p>Domingo, \u00e0s 15h<\/p>\n<p>Com a Cia. Ateli\u00ea Teatro. Dois fantasmas est\u00e3o perambulando pelo Sesc trist\u00edssimos! Morreram t\u00e3o rapidamente que nem conseguiram levar seus pertences embora! escova de dentes, livros, ursinho de pel\u00facia\u2026 Junto com as crian\u00e7as fazem uma ca\u00e7a aos objetos. Aproveitam para discutir de forma l\u00fadica o que acontece quando morre, se fantasma existe mesmo. Diversos espa\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>Vivo ou Morto \u2013 Brincadeira Para Pais e Filhos<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e1bado, das 13h \u00e0s 16h<\/p>\n<p>Propostas de intera\u00e7\u00e3o entre crian\u00e7as e adultos a partir de brincadeiras que tem a morte como elemento principal. P\u00e9rgola.<\/p>\n<p><strong>Criaturas Sombrias<\/strong><\/p>\n<p>Domingo, das 13h \u00e0s 16h.<\/p>\n<p>A partir da cria\u00e7\u00e3o de personagens, ser\u00e3o confeccionadas silhuetas de papel e vivenciada uma din\u00e2mica na qual os participantes poder\u00e3o aproximar-se da manipula\u00e7\u00e3o do teatro de sombras. Faixa et\u00e1ria: Livre para todos os p\u00fablicos. P\u00e9rgola\/Audit\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Evento no bairro do Ipiranga<\/strong><\/p>\n<p><strong>Virada Cultural<\/strong><\/p>\n<p>Data: 18 e 19 de maio de 2013<\/p>\n<p>Hor\u00e1rios: das 18h \u00e0 1h00 (s\u00e1bado) e das 18h \u00e0s 18h (domingo)<\/p>\n<p>Local: Sesc Ipiranga<\/p>\n<p>Endere\u00e7o:\u00a0Rua Bom Pastor, 822<\/p>\n<p>Entrada: Livre<\/p>\n<p>Telefone:\u00a0(11) 3340-2000<\/p>\n<p><em>Fonte: Catraca Livre<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A\u00a0Virada Cultural\u00a0no Sesc Ipiranga est\u00e1 pra l\u00e1 de sombria. 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